segunda-feira, 3 de maio de 2010

GRANDES BOTÂNICOS, QUÍMICOS, GEÓLOGOS, ZOÓLOGOS, ANATOMISTAS E NATURALISTAS RECONHECEM A EXISTÊNCIA DE DEUS

BOTÂNICOS, QUIMICOS E GEÓLOGOS
Membro da Academia Francesa, o botânico Jurien de La Graviére (1812-1892), pronunciando um discurso sobre o botânico Tulasne, assim se expressou:
"Dir-se-ia, na verdade, que a Botânica tem tido sempre o privilégio de formar santos e sábios. É uma ciência de certo modo impregnada pelo perfume das flores. Curvada sobre a relva, ela nunca teve a pretensão de escalar o céu; ela se contenta em admirar humildemente o Criador em suas obras!"
O grande químico inglês Humphry Davy (1778-1829), desco­bridor do potássio e do sódio, escreveu no seu Diário:
"O verdadeiro químico vê a Deus em todas as formas diversas do mundo exterior... E assim, à medida que contem­plar a variedade e beleza do mundo exterior e lhe penetrar as maravilhas científicas, saberá sempre se elevar até a Sabedoria infinita, cuja bondade lhe permite provar as alegrias da ciência; tornar-se-á melhor ao mesmo tempo que mais sábio. A influência da fé sobrevive a todas as alegrias terrestres; fortifica-se, ao passo que nossos órgãos se enfra­quecem e nosso corpo se dissolve; ela surge como a brilhante estrela da tarde no horizonte da nossa vida, e temos a certeza de que ser-nos-á ela um dia a estrela da manhã, cujo resplendor iluminará as sombras da morte."
Após dezenas de anos estudando Química, o químico italiano Carnaldi reconheceu: "Tu existes, porque a operação química se efetua pela aproximação das moléculas, e esta força coerciva não depende delas, mas de um princípio extrínseco — depende de Deus!"
Michel Eugene Chevreul (1786-1889), um dos maiores quími­cos franceses, confessou: "Eu estou convencido da existência de um Ser Divino, criador de uma dupla harmonia: a harmonia que rege o mundo inanimado, revelada pela ciência da mecânica celeste e pela ciência dos fenômenos moleculares, e a harmonia que rege o mundo inanimado. Nunca fui materialista em nenhu­ma época de minha vida, porque só um néscio pode acreditar que esta dupla harmonia, bem como o pensamento humano, tenham sido efeito do acaso."
Na Universidade do Cairo, no Egito, no alto de sua porta central estão escritas as seguintes palavras: "A Química é impor­tante, porém Deus ainda o é mais."

ZOÓLOGOS, ANATOMISTAS E NATURALISTAS
A Zoologia reconhece a glória e a existência do Criador nas palavras do célebre Etienne Geoffrey Saint-Hilaire: "Chegando a este limite (diz Geoffrey em um de seus grandes estudos), o cientista desaparece, e fica só o homem religioso para compar­tilhar do entusiasmo do santo profeta, exclamando com ele: Os céus proclamam a glória de Deus!"
Foi estudando Anatomia que Cruvelhier exclamou: "Diante desta maravilhosa organização onde tudo foi previsto e coorde­nado com inteligência e sabedoria infinitas, qual é o anatomista que não se sente tentado a exclamar com Galeno: Um livro de Anatomia é o mais belo hino que é dado ao homem entoar em honra do Criador?"
Agassiz, estudioso da História Natural, sabia que o mundo é "a manifestação de um pensamento poderoso e fecundo, é prova de uma bondade infinita e sábia, é a demonstração mais palpável de um Deus pessoal, primeiro Criador de todas as coisas, regulador de todo o universo e dispensador de todos os bens." Por sua vez, o grande naturalista Lamarck sabia que a Criação era distinta do Criador: "A natureza não é Deus. Ela é o produto sublime de sua vontade onipotente."
E fechando a galeria de zoólogos, anatomistas e naturalis­tas, eis o testemunho de H. Spemann (1869-1941), zoólogo alemão, Prêmio Nobel de 1935:
"Quero confessar que, durante as minhas pesquisas, muitas vezes tenho a impressão de estar num diálogo em que meu interlocutor me parece com Aquele que é muito mais sábio. Diante desta extraordinária realidade, o pes­quisador é sempre tomado por uma profunda e reverente admiração!"
Jefferson Magno Costa



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