quinta-feira, 17 de março de 2011

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO ROCK... IN RIO OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR


Jefferson Magno Costa
       Uma das mais poderosas armas espirituais que o demônio tem utilizado contra a humanidade é conhecida em todo o mundo pelo nome de backward masking (máscara ao contrário, ou retrocesso oculto). Mas o que é isto? perguntará o leitor.
     A técnica da “máscara ao contrário” consiste em se colocar mensagens satânicas invertidas dentro de músicas. Como? Mensagens invertidas dentro das músicas? Sim, mensagens subliminares. Mas em forma de que, por que são invertidas e com que objetivo estão sendo usadas? Responderei estas perguntas na mesma ordem em que elas foram feitas.
     Em primeiro lugar, essas mensagens são constituídas de frases faladas ou cantadas de forma contrária. Para entendermos melhor como funciona esse mecanismo, basta saber que quando um desses “garotões” põe para tocar em seu aparelho de som um cd de rock, ou liga seu mp3 ou I-pod, ele pode estar recebendo, ao mesmo tempo em que está ouvindo a música sendo tocada em sentido normal, uma mensagem satânica que foi gravada em sentido inverso.


MENSAGENS INVERTIDAS DENTRO DE MÚSICAS
     Por que alguém gravaria uma mensagem de forma inversa dentro de uma música, se o mais prático e eficaz seria gravá-la normalmente, de forma direta? Para responder esta pergunta, farei uso de uma informação do pastor norte-americano Gary Greenwald, que há vários anos vem alertando a todos acerca da música invertida e do perigo que ela representa para a humanidade.
     Disse o pastor Greenwald que após vários estudos empreendidos pela Universidade de Los Angeles, no EUA, chegou-se à conclusão de que a nossa mente rejeita tudo aquilo que é contrário à nossa fé, tudo aquilo em que nós não queremos acreditar.
     Porém, se essas coisas maléficas forem enviadas à mente de forma contrária (invertida), elas poderão penetrar e se alojar no inconsciente, passando a exercer terríveis influências na vida espiritual, e no comportamento em geral dos indivíduos atingidos por elas. (Não é à toa que desde a década de 60, as imprensas europeia e americana vêm divulgando o aumento do uso de drogas no mundo, e a difusão das ideias materialistas em todas as camadas sociais, e o alto índice de suicídio entre os jovens. Isto está ocorrendo em grande parte como resultado da influência dessas mensagens invertidas).
     Mas o pior é que, antes de os cientistas ficarem sabendo da existência desse mecanismo de defesa de nossa mente, o Diabo já sabia disso. Ele sabe muito bem que nenhuma pessoa em perfeito uso de suas faculdades mentais permitiria que alguém colocasse em sua mente mensagens negativas e convidativas à autodestruição. Ele sabe também que jamais a mente de um crente armazenaria algo que insultasse o nome de Deus, ou exaltasse o príncipe das trevas.
     Porém, o Diabo também sabe que existe um meio de se burlar (enganar) esse mecanismo de defesa: basta inverter a mensagem.
     E é isso que todos os grandes grupos de rock e cantores (inclusive brasileiros) que rendem culto aberto (ou não publicamente declarado) a Satanás, têm feito em muitas de suas músicas. Transformam-nas em veículos de backward masking para mensagens satânicas.
     A resposta à última das três perguntas feitas (“com que objetivo as mensagens invertidas estão sendo usadas?”) é esta: Satanás está utilizando a música – essa sublime arte criada no Céu– para fins de aprisionamento e destruição espiritual de todos os que não estão ainda conscientizados de que ela pode ser usada para fins satânicos, assim como muitos a utilizam com o propósito de louvar o nome do único que é digno de toda honra e toda glória: Jesus Cristo. Mas nossa obrigação diante do nosso Deus é desmascarar o Demônio.


A ESCRAVIZAÇÃO QUE VEIO DA ÍNDIA
     O backward masking não se originou na Inglaterra ou nos Estados Unidos, como a maioria dos leitores poderia pensar, e sim na Índia, esse país milenarmente envolvido com o satanismo, que vive até hoje mergulhado em uma profunda confusão espiritual.
     Mas de que modo um país asiático tão distante como a Índia poderia influenciar religiosamente o Ocidente, sobretudo quando essa influência envolve países tradicionalmente protestantes, como a Inglaterra e os Estados Unidos? Esta seria uma excelente pergunta que qualquer leitor inteligente faria.
     E é fácil respondê-la. Basta sabermos que o inglês é uma das línguas oficiais da Índia, a segunda mais falada após o híndi. E o idioma é o maior veículo de influência cultural.
     Porém, quanto ao meio de propagação dessa praga que está tomando conta não só dos países ocidentais, mas de todo o Mundo, resta-me esclarecer que tudo começou (para nós, os ocidentais) após o ex-Beatle George Harrison visitar a Índia em 1967.
     Contudo, para ser mais preciso, vale salientar que dois anos antes, um homem – um monge de uma até então desconhecida seita hindu – chamado Bhaktivedanta Swami Prabhupada, mudara-se para o Ocidente com o propósito de difundir entre os ocidentais a seita conhecida como Hare- Krishna.
     Em uma entrevista concedida a um guru dessa seita (traduzida em 1983 para o nosso idioma), George Harrison – que se tornou um de seus adeptos – diz: “Lá pela época em que o movimento Hare-Krishna veio pela primeira vez á Inglaterra, em 1969, John Lennon e eu já tínhamos conseguido o primeiro disco de Prabhupada, Consciência de Krishna. Nós o tocamos bastante e gostamos muito. Esta foi a primeira vez que ouvi o canto do mahã-mantra.”
     Hare-Krishna, mahã-mantra? O que significam estas palavras?
     São vocábulos escritos em sânscrito, antiga língua clássica da Índia, considerada sagrada pelos hindus. Hare é a forma imperativa de Hara, que significa “vibração”, e Krishna é o nome de um “deus” da Índia, que viveu entre os mortais (segundo afirmam os hindus) há mais de 5.000 anos.
     Mantra, conforme o consultadíssimo dicionário Aurélio define, é uma “fórmula encantatória, dotada do poder de materializar a divindade invocada”, ao que acrescento: É uma espécie de invocação demoníaca cantada, semelhante às que são usadas nos rituais de macumba e do candomblé.
     Em minhas pesquisas sobre o Yoga (que se constitui num dos mais perigosos meios de aprisionamento mental inventado por Satanás), li, curiosamente, a seguinte definição do Mantra Yoga (que não deixa de ser o mesmo processo mântrico utilizado pelos roqueiros e adeptos do Hare-Krishna em seus cânticos):
     “Consiste no emprego de sons, recitativos, músicas e mantras (palavras e sons que atuam profundamente no psiquismo), visando à obtensão de determinados estados íntimos.” (Caio Miranda, Hatha. O ABC do Yoga. Edições de Ouro, Rio de Janeiro. S/d. P.27.).
     O Mahã-mantra (o bakward masking seria uma adptação ocidental desse método) não deixa de ser uma espécie de Canto Maior, uma invocação mais eficaz do demônio, com a única diferença de estar escrito em um velho idioma hindu. Mas, na realidade, o Demônio é o mesmo.


O EX-BEATLE GEORGE HARRISON E SUAS DECLARAÇÕES IMPRESSIONANTES
      No dia quatro de setembro de 1982, em sua mansão na Inglaterra, George Harrison concedeu ao guru Mukunda Goswami – um dos mais destacados líderes do Movimento Hare-Krishna - uma entrevista cujo conteúdo se constitui hoje em uma das mais importantes comprovações da existência de um trabalho ocultista na música dos Beatles.
     Nessa entrevista George Harrison, entre outras impressionantes declarações, confessou a influência da filosofia Hare-Krishna na letra de várias músicas de seus discos. É o caso de Living in the Material World (Vivendo no Mundo Material), My Sweet Lord (meu doce Senhor) e sobretudo The Hare-Krishna Mantra (O Mantra Hare-Krishna). A consequência disto foi que milhões de pessoas passaram a cantar essas canções, e terminaram se envolvendo com o ocultismo.

AS PALAVRAS E O SEU PODER OCULTO
     Após descobrir que há um poder oculto nas palavras, que se manifesta quando elas são pronunciadas de certa maneira, sobretudo quando são cantadas, Harrison conta que procurou explorar “o poder mântrico da música”. Antes, ele já havia tido uma estranha experiência ao cantar o mantra Hare-Krishna:
     “Cantei o mantra Hare-Krishna certa vez durante todo o percurso entre França e Portugal, sem parar. Dirigi cerca de 23 horas e cantei o tempo todo. É algo que faz você se sentir um tanto invencível. O engraçado é que eu nem mesmo sabia para onde estava indo... quando você começa a cantar, as coisas passam a acontecer transcendentalmente”, declarou George Harrison durante a famosa entrevista.
     (Seu texto completo foi publicado em São Paulo, em 1983, pela Backtivedanta Book Trust, editora dos Hare Krishna, sob o título: Cante e Seja Feliz, a História do Maha Mantra Hare-Krishna.)

INCENSO E QUADROS: QUE MAL HÁ NELES?
     George Harrison confessou também a influência que o incenso e os quadros exerciam sobre ele. Mukunda perguntou-lhe o que o ajudava a fixar sua mente em Krishna. Ele respondeu: “Basta ter muitas coisas em volta de mim que me façam lembrar dele, como incenso e quadros.” (Página oito do livro mencionado).
     Mais à frente, George diz algo que comprova a existência de envolvimento satânico dos cinco sentidos nos rituais de adoração a Krishna: “Faz parte da consciência de Krishna tentar ocupar todos os sentidos de todas as pessoas" . (...)
     “Se você visita um templo (da seita), pode ver retratos do deus (Krishna), pode ver a forma de sua deidade. (...). Todos os sentidos podem ser utilizados para perceber deus (Krishna), o que torna o processo muito mais convidativo e atrativo: ver quadros, ouvir o mantra, cheirar o incenso, as flores e assim por diante. Isto é o que há de bom em seu movimento. Ele incorpora tudo – o canto, a dança, a filosofia e o prasadam (Isto é: alimentos vegetarianos, que, ao serem oferecidos a Krishna, são considerados “espiritualizados”). A música e a dança também ocupam posição importante no processo...” (Páginas 9 e 10).
     Com relação às pinturas com mensagens visuais subliminares, o guru Mukunda deu outra importante informação: “Uma das coisas que realmente tem um profundo efeito sobre as pessoas quando elas visitam os templos ou leem nossos livros são as pinturas e esculturas feitas por nossos artistas devotos. (...)
     "Certa vez Prabhupada disse que essas pinturas eram janelas para o mundo espiritual, e organizou uma academia de arte, treinando seus discípulos na técnica de criar arte transcendental. Agora, dezenas de milhares de pessoas têm essas pinturas em suas casas, sejam originais, litografias ou posters.” (Página 19).
     Mukunda lembra que Bob Dylan escreveu várias canções sobre Krishna, e George Harrison acrescenta que Steve Wonder também teve sua parcela de envolvimento com a seita através da música. Porém, os Estados Unidos e o mundo só puderam saber até aonde a música dos Beatles estava envolvida com o satanismo, e até que ponto ela poderia influenciar alguém, quando um grupo de hippies, que costumava se reunir para ouvir discos dos Beatles e realizar bacanais e rituais satânicos, cometeu um dos mais chocantes crimes em toda a história do rock.
     Esses hippies formavam a "Igreja Final", um grupo satânico chefiado por Charles Manson, que assassinou a atriz Sharon Tate e outras pessoas. A partir daí foi que a opinião do mundo acerca da influência da música dos Beatles começou a mudar. Os “garotos de Liverpool”, nascidos no país considerado um dos berços do espiritismo moderno, a Inglaterra, não eram tão inocentes como se pensava.

VOCÊ FREQUENTA RESTAURANTES VEGETARIANOS? CUIDADO!
     O guru Mukunda, na longa conversa que teve com George Harrison, informou a este que até aquela data de 1982, a seita havia distribuído, em banquetes gratuitos realizados em centenas de cidades de diversos países do mundo, cerca de 150 milhões de pratos de prasadam (comida oferecida antes aos demônios).
    E é George Harrison quem salienta o quanto isto é fundamental no processo de aliciamento mental, e na tarefa de se conseguir novos adeptos, novas vítimas: “Dizem que se conquista um homem pela boca, de modo que, se você pode chegar à alma espiritual de um homem dando-lhe de comer, por que não fazê-lo? E é algo que funciona (...)
     "A prasadam é uma boa isca nesta era de comercialismo. Quando as pessoas querem algo extra, ou precisam ter algo especial, a prasadam fisga-os nesse ponto. Sem dúvida, a prasadam tem sido um fator muito importante no processo de envolver mais pessoas na vida espiritual. Além disso, rompe preconceitos.” (Páginas 16,17).

O OCULTISMO NA MÚSICA
     A música usada pelos Hare-Krishnas tem realmente um poder sobrenatural. Eis um dos comentários de George Harrison sobre o assunto: “Quando você se abre para algo, é como se você fosse um sinal favorável que atrai aquilo. Desde a primeira vez que ouvi o canto, foi como uma porta aberta em alguma parte de meu subconsciente, talvez proveniente de alguma vida anterior.” (Página 13).
     A essas alturas da entrevista, o guru Mukunda acrescenta que “muitos grupos de rock, como o Grateful Dead, o Police e outros, tomam prasadam nos bastidores antes de seus concertos.” (Página 16).
      Backward masking, mensagem subliminar, satanismo, seitas orientais, contracultura – eis algumas das maiores bombas vindas dos arsenais do Inferno e lançadas sobre a raça humana pelo Arquiinimigo de nossas almas – Satanás.
     Ele tem levantado muitos homens para servi-lo com uma guitarra na mão, com os lábios cheios de palavras enganosas, obscenas, satanistas, destrutivas e irreverentes ao nome de Deus, convidando ao uso de drogas, à prostituição e à práticas ocultistas, falando mentirosamente de paz, cumprindo o que está escrito em Marcos13.22: “Pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos.” O Rock in Rio está vindo mais uma vez aí. Muito cuidado com ele, e com eles.
     Jefferson Magno Costa

7 comentários:

  1. paz pastor,li o livro a mensagem oculta do rock e realmente a verdade é essa.Muitos jovens até mesmo na igreja estao se perdendo cegos presos por essas musicas envenenadas do diabo.um abraço sempre amigo.

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  2. Sim, prezado irmão Anselmo Farias. E o pior é que muitas pessoas que lerão esta matéria, inclusive evangélicas, não a levarão a sério, e algumas até entortarão o nariz para mim e ironizarão, achando que como um dos autores de A Mensagem Oculta do Rock, sou um fanático. Acham que essa técnica eletroacústica que estamos denunciando aqui não existe; é uma fantasia inventada por nós. Enquanto eles pensam assim e não fazem nada para ajudar na libertação desses que vivem no mundo nebuloso e sombrio do rock, a população do inferno continua aumentando dia após dia.

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  3. A paz do Senhor pastor. Como seria bom se todos entendessem esta verdade! Muitos vão se perdendo em razão de sua ignorância e como se não bastasse não procuram ver as coisas na sua realidade mais expressiva. Caro pastor é como dizem os antigos: "o pior cego é aquele que não quer ver". Eis a verdade bem exposta, bem-aventurado á aquele que atentar para ela antes que seja tarde demais. Bela postagem, fique com Deus!!!

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  4. Prezado irmão Clenio Daniel, você falou muito bem em cegueira; que Deus cure a cegueira de todas as pessoas que estão de algum modo envolvidas com o rock, antes que a noite eterna se inicie para essas pessoas.

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  5. A paz do Senhor pastor, eu li o livro a mensagem oculta do rock com a minha esposa faz 19 anos. Minha esposa ficou com medo à medida em que eu lia para ela. Realmente é algo que temos de levar à sério. O apóstolo Paulo disse: "Há, por exemplo, tantas espécies de vozes no mundo, e nenhuma delas sem significação." (1Co 14.10).

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  6. Pastor Levi, tudo o que denunciamos no livro A Mensagem Oculta do Rock naquela época continua atual até hoje. Só houve uma mudança de lá para cá: Os estragos que a filosofia do rock têm causado no mundo são muito maiores. Os roqueiros estão cultuando Satanás de forma muito mais atrevida e declarada.

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  7. Interessante o estudo, mas acho que não se pode julgar um estilo musical por causa de pessoas e grupos que fizeram mau uso desse estilo. Lúcifer foi um anjo de luz que adora a Deus e quando foi expulso se propôs a usar a arte da musica de forma contrária, mas nem por isso vamos deixar de usar a música que é um dom dado por Deus, apenas devemos usa-la de forma correta. A capacidade de criar estilos e melodias vem de Deus, música é uma soma matemática de sons, adoração a Deus ou apologia a algo de ruim como foi citado, está por trás da intenção desta soma de sons. Não é o rock que foi usado como arma satânica, outros ritmos como forró também já foi usado em rituais satânicos.
    A música é como um carro se estiver nas mãos de uma pessoa bem intencionada ele ver ser de grande proveito, porém nas mãos de um insano ou endemoninhado vai dar nisso ai que foi mencionado.
    Paz de Cristo a todos!

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Marcelo disse...

A Paz de CRISTO,

Pr Jefferson,desculpe-me usar esse sublime espaço para perguntas,mas:

O LIVRO QUE APARECE NO SEU BLOG SOBRE UM MÉDICO QUE RELATA À CRUCIFICAÇÃO DE CRISTO É POSTADO PELO IRMÃO OU...É BOMMM?!

31 de janeiro de 2011 21:25

Jefferson Magno Costa disse...

Não, não é bom, prezado irmão e amigo Marcelo Pires: é fantástico, é excelente, é único no mundo em seu gênero. É iniqualavelmente esclarecedor, e capaz de levar um rochedo às lágrimas. Recomendo-o a toda e qualquer pessoa que tenha algum interesse por Jesus Cristo.

1 de fevereiro de 2011 11:01