segunda-feira, 3 de maio de 2010

ASTRÔNOMOS E BIÓLOGOS RECONHECEM A EXISTÊNCIA DE DEUS


Todos os grandes estudiosos dos mistérios do céu ergueram suas vozes para entoar um hino de engrandecimento ao Criador.
Em 1923, o astrônomo Moreux, do Observatório Astronômico de Paris, declarou: "Estou-me correspondendo com os dire­tores dos observatórios astronômicos de todo o mundo, e posso dizer que todos eles crêem em Deus."
Um dos mais belos testemunhos de um astrônomo sobre a existência de Deus foi deixado pelo francês Hervé Faye (1814-1902) na Introdução da sua obra-prima A Origem do Mundo. Eis as belas palavras do famoso astrônomo:
"O que nos comove quando erguemos os olhos ao céu, o que nos arranca um momento do círculo de nossas preo­cupações materiais, o que em nós desperta o pensamento com a admiração, é a doce claridade do dia, é este sol radiante, com sua luz e seu calor animando a natureza inteira; são estas estrelas de que tão graciosamente é salpicada a abóbada celeste, e que à agitação do dia fazem suceder a calma e a serenidade da noite (...) Negar a Deus seria como deixar-se cair dessas alturas sobre a terra! Estes astros, estas maravilhas da natureza seriam obra do acaso? Nossa inteligência seria efeito da matéria, que por si só teria principado a pensar? Que imenso absur­do!"
E eis o que afirmou o astrônomo alemão H. Madler (1794-1874), autor do primeiro mapa da Lua: "Um autêntico pesqui­sador da natureza não pode ser ateu, pois quem tão profunda­mente mergulha seu olhar na obra de Deus e tem oportunidade de contemplar a eterna sabedoria, é impelido a dobrar os joelhos diante da ação do Espírito Supremo."
Herschel, o célebre astrônomo descobridor do planeta Ura­no, após muito contemplar a harmonia e as maravilhas do céu estrelado, reconheceu: "Quanto mais se estende o campo da Astronomia, tanto mais numerosas e inabaláveis se tornam as demonstrações da existência eterna de uma Inteligência cria­dora e onipotente; os geólogos, os astrônomos, os naturalistas trouxeram todos a sua pedra para este grande templo da ciência — templo levantado ao próprio Deus."
O ilustre professor de Física da Universidade de Louvain, Alemanha, doutor Van Beneden, fez em um de seus discursos uma importante observação: "O Sumo Artífice concebeu a obra da Criação; concebê-la e criá-la foi uma coisa só; cada parte dela é a execução do pensamento divino realizado no tempo e no espaço. Levantemos estátuas aos benfeitores e sábios da hu­manidade, mas não nos esqueçamos do quanto devemos Àquele que resumiu tantas maravilhas em um grãozinho de areia, e um mundo de prodígios numa gota d'água."
Diretor do Instituto de Biologia Max Planck, M. Hartmann (1876-1962) escreveu: "Os resultados da mais desenvolvida ciência da natureza ou da Física não levantam a mínima objeção à fé num Poder que está por trás das forças naturais e que as rege. Tudo pode aparecer mesmo ao mais crítico pesqui­sador como numa grandiosa revelação da natureza, levando-o a crer numa Todo-poderosa sabedoria que se acha por trás desse mundo sábio."
E finalmente, Fr. Dessaner (1881-1963), grande biofísico alemão, fundador da Terapia das profundidades por meio dos raios Roentgen e da Biologia dos quanta, confessou: "O fato de que nos últimos setenta anos o curso das descobertas e invenções nos interpela poderosamente, significa que Deus, o Criador, nos fala mais alto e mais claro do que mediante pesquisadores e inventores."

A ORAÇÃO DO CIENTISTA
Concluímos este artigo citando o mais belo de todos esses testemu­nhos, escrito pelo alemão Johannes Kleper (1571-1630), um dos criadores da moderna Astronomia. Ele escreveu estas palavras na obra Os Quatro Livros da Harmonia Celeste, escrito no final de sua vida; elas são um verdadeiro hino de louvor e reconhe­cimento da existência e majestade de Deus:
"Antes de deixar esta mesa, sobre a qual fiz todo o meu trabalho, só me resta levantar os olhos e as mãos aos céus, numa humilde oração ao Autor de toda luz. A Ti, que pela luz sublime que espalhaste por toda a Natureza, elevas a nossa alma até a luz divina da Tua graça, para que sejamos um dia transportados à luz eterna da Tua glória, dou graças pelo que experimentei no êxtase em que me preci­pitou a contemplação da obra das Tuas mãos. Findo se acha o livro que contém o fruto do meu trabalho. Nele empre­guei toda a soma de inteligência que me deste. Proclamei, perante a humanidade, toda a grandeza da Tua obra, dei-lhe os testemunhos, tanto quanto meu espírito finito me permitiu apreender da sua grandeza infinita.
"Grande é Deus, grande é sua força, infinita sua sabedo­ria. Louvai-o céus, louvai-o, Sol, Lua e Planetas, louvai-o harmonias celestes, e tu também, ó minh'alma, louva ao Senhor teu Criador, pois tudo vem dele, tudo existe por Ele, tudo está nele; tanto as coisas sensíveis e as ininteli­gíveis, aquilo que ignoramos profundamente, quanto a parte insignificante das coisas que sabemos!"
A existência de Deus, o seu relacio­namento com o mundo e com o homem, tem a ver diretamente com o problema do significado da vida e do ser humano em geral. Esse grande assunto um dia sempre desperta dentro de todos nós, e nos leva a procurar respostas para ele. É sem dúvida o mais profundo e o mais importante de todos os temas com que nos defrontamos no decorrer da vida, e exigirá que diante dele tomemos uma posição.
Portanto, as provas da existência de Deus são por demais visíveis; nenhum homem pode alegar que não crê por não haver nenhuma razão para que ele creia. As provas e as razões são muitas.

Jefferson Magno Costa

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