sexta-feira, 15 de outubro de 2021

QUATRO GRANDES ENSINAMENTOS E UMA GRANDE NOTÍCIA ENCONTRADOS NA PARÁBOLA DO SEMEADOR


PR. JEFFERSON MAGNO COSTA

     Texto bíblico básico: Mateus 13.3-8

INTRODUÇÃO:
     Todo cristão evangélico é um semeador da Palavra de Deus. Nós semeados a semente divina através do nosso testemunho, semeamos através de nossas atitudes,  semeamos com nossas palavras, e até com nosso silêncio nós semeamos.
     Lendo a parábola do semeador com atenção, podemos extrair dela quatro grandes ensinamentos e 1 grande notícia para a nossa atividade de semeadores da Palavra divina.

     PRIMEIRO ENSINAMENTO

     TODO AQUELE QUE SEMEIA A PALAVRA DE DEUS DEVE SE PREPARAR PARA ENFRENTAR OPOSIÇÕES 
   
     2Timóteo 3.12: "E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições". E Mateus 5.11-12: "Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós".
     Porém, se sua semente for diferente daquela que o semeador citado por Jesus semeou, talvez você não encontre dificuldade alguma para semeá-la. (Semente de mal testemunho semea-se fácil).
     Mas se você estiver semeando a semente de vida eterna, prepare-se para enfrentar muitas dificuldades. Em Gálatas 6.7-: "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido".
     
QUE TIPO DE SEMENTE
VOCÊ ESTÁ SEMEANDO?  

     Todos os que têm se dedicado a semear a Palavra de Deus, desde o início da Igreja até os dias atuais, correm o risco de ver se armarem contra ele os espinhos, de se levantarem contra eles as pedrase de se fecharem contra eles os caminhos.
  

 

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

QUEM FAZ O MELHOR OU O PIOR LUGAR SOMOS NÓS MESMOS


PR. JEFFERSON MAGNO COSTA

     No mundo há lugares. Porém, em si mesmo, nenhum lugar é bom ou ruim. Ser um bom lugar ou um mal  lugar depende da pessoa que o ocupa.
     Por mais elevado ou por mais baixo que seja o lugar ou posição, se você é bom, esse lugar será bom, e se você é excelente, esse lugar será excelente.
    Da mesmo forma, se você for mau, o lugar que você ocupar será mau, e se você for péssimo, esse lugar será péssimo.
     

 







Jesus disse certa vez que sobre a cadeira de Moisés estavam assentados os escribas e fariseus (Mt 23.2). E quem foi Moisés, e quem foram os escribas e fariseus?
     Moisés foi o maior e melhor homem do seu tempo, e os escribas e fariseus foram os mais baixos e piores homens do tempo deles.
    








 
Pois se os escribas e fariseus estavam assentados na cadeira de  Moisés, por que não eram como Moisés? Por que são os homens que transmitem a melhoria e a excelência aos lugares, e não os lugares aos homens.
     Se você for bom, ainda que a cadeira seja dos escribas e fariseus, o seu lugar será bom. Mas se você for mau, ainda que a cadeira seja de Moisés, o seu lugar será mau.
      







Será que houve na terra melhor lugar que o Paraíso? Não. Haverá no universo melhor lugar que o Céu? Não.
     









 


Pois nem o Paraíso manteve bom a Adão, que era inclinado à desobediência, nem o Céu manteve bom a Lúcifer, que era inclinado à soberba. A índole de ambos era má.
     










 





Jeremias, mesmo estando preso e atolado na lama dentro de um calabouço (Jr 38.6), continuou sendo aquele mesmo homem sincero, íntegro e temente a Deus que atuara como profeta diante dos reis Josias, Jeoaquim e Zedequias (Jr 1.1-3).
     





 

Jó, mesmo assentado sobre a cinza e se coçando com um caco de telha (Jó 2.8), continuou sendo o homem a quem o próprio Deus elogiara diante dos filhos de Deus e de Satanás (Jó 1.8).
     





 

O melhor lugar para se estar no mar durante uma tempestade é em um navio, e não no ventre de uma baleia. Pois Jonas foi melhor no ventre da baleia, onde orou (Jn 2.1), do que no porão do navio, onde só dormiu (Jn 1.5).
     






 


Portanto, os lugares por si mesmos não são maus nem bons, nem há lugar melhor ou pior. Entre os Doze Apóstolos, o lugar que passou a ser ocupado por Matias não tinha sido antes ocupado por Judas? (At 1.15-26).
     





 


Se você for como Judas, não se tornará um homem bom só por estar ocupando o lugar que foi de Matias; e se for como Matias, não se tornará um homem mau só por estar ocupando o lugar que foi de Judas.
     Se você quer ocupar o melhor lugar entre todos, esforce-se para ser a melhor pessoa entre todas. Melhor no seu interior. Melhor de natureza. Melhor de caráter. Melhor de índole e temperamento. Então o seu lugar, seja ele qual for, será também o melhor.

PR. JEFFERSON MAGNO COSTA

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

O QUE SUSTENTA A TERRA NO ESPAÇO?


PR. JEFFERSON MAGNO COSTA
      Além de crerem em muitas tolices e infantilidades, as nações antigas, que tiveram o povo hebreu como peregrino, escravo e vizinho, faziam uso de diversas fantasias para explicar como a Terra permanece suspensa no espaço. 
     Os egípcios não a imaginavam de forma redonda (apesar de acreditarem que ela havia surgido de um ovo), e sim de forma plana e quadrada, com cinco gigantescos pilares sustentando-a, um em cada canto, e o quinto no meio. Uma nação, cuja arquitetura produziu as imensas e admiráveis pirâmides, jamais poderia admitir que a Terra não tivesse embaixo de si um alicerce sólido.
      Da mesma forma os gregos, com toda a sua evolução científica, artística e filosófica, não conseguiram explicar de maneira menos fantasiosa o modo como a Terra mantém-se suspensa no espaço.
     Diziam eles que um gigante chamado Atlas fora condenado por Zeus (o deus supremo dos gregos) a sustentar a Terra eternamente sobre os seus ombros, conforme os padeiros carregam cestos de pão – com a cabeça sempre curvada para frente. Porém, se alguém lembrasse de perguntar em que o gigante Atlas apoiava os seus pés, os gregos não sabiam responder, e mudavam de assunto.
      Os antigos hindus também faziam uso de uma explicação interessante, quando a conversa caía sobre esse tema. Diziam eles que a Terra estava apoiada sobre as costas de um imenso elefante. O elefante, por sua vez, estava apoiado no casco de uma grande tartaruga, e esta nadava nas águas de um imenso oceano cósmico, espacial.
      Diante de tantas explicações tolas, era de se esperar que a Bíblia tivesse sido afetada por tais crendices, pois os judeus viveram entre esses povos. Porém, quão grandiosamente acima dessas infantilidades estiveram os homens a quem Deus usou como escritores da Bíblia!
     Quão grandiosamente acima de todas essas fantasias estava o patriarca Jó quando escreveu, por volta do XVI Séculos a.C., sob a inspiração do Espírito Santo: “Ele (Deus) estende o norte sobre o vazio, e faz pairar a terra sobre o nada” (Jó 26.7. ARA).
      Nenhum cientista teria definição melhor para a invisível força da gravidade do que esta empregada por Jó. Mas como o velho patriarca veio a saber isto? Ele aprendeu com o maior físico do Universo: Deus!

 PR. JEFFERSON MAGNO COSTA

terça-feira, 12 de outubro de 2021

QUATRO MARCAS QUE DIFERENCIAM A PREGAÇÃO DE JESUS DA PREGAÇÃO DOS DEMAIS PREGADORES

PR. JEFFERSON MAGNO COSTA


1a. MARCA: JESUS PREGOU ALICERÇADO NO SEU PRÓPRIO NOME      
     O cientista fala em nome da Ciência, o juiz em nome do Direito e da Justiça; o político em nome da Pátria; o artista em nome da Arte.
     Todos falam em nome de alguma coisa, menos no nome deles próprios, ou colocando-se como tema principal, como coluna e garantia da veracidade do que estão afirmando.
      Só Jesus Cristo falou em Su próprio Nome, usou a Si mesmo como tema, apresentou-se como garantia suficiente da verdade e infalibilidade do que pregava. Agiu assim porque Ele é Deus.
      Só Ele pregou a Si mesmo, só Ele exigiu por base única da convicção de Seus discípulos a fé absoluta em sua Palavra. Esta maneira de falar centralizada nele, e reivindicando para Si a autoridade do que dizia, por ser Deus e Homem, enfurecia a corja dos escribas e fariseus, que planejavam matá-lo por causa disso. Vejamos um registro bíblico dessa atitude daquela corja de perseguidores piolhentos:
     Disseram-lhe os judeus: “Você ainda não tem cinquenta anos e viu Abraão?” Respondeu Jesus: “Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!” Então eles apanharam pedras para apedrejá-lo, mas Jesus escondeu-se e saiu do templo (João 8.57-59).
  Jesus Cristo demonstrou ter uma consciência tão plena de que Ele é a Verdade, o Verbo de Deus, que apresentou sua pregação como norma universal de conduta, critério infalível de julgamento, sinal inquestionável de sua missão divina. E tudo em seu próprio Nome, que era o nome do próprio Deus:
   “Eu e o Pai somos um”. Novamente os judeus pegaram pedras para apedrejá-lo, mas Jesus lhes disse: “Eu lhes mostrei muitas boas obras da parte do Pai. Por qual delas vocês querem me apedrejar?” Responderam os judeus: “Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.(João 10.30-33)
 
2a. MARCA: NINGUÉM SUPEROU JESUS NA AUTORIDADE COM QUE ELE PREGAVA

     Jesus Cristo é Deus. A autoridade com que Ele pregava é mais uma prova de sua divindade. Eis a impressão do povo, quando Ele finalizou o Sermão da Montanha:
      “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas de sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas” (Mt 7.28,29). Veja também Mateus 21.23-27; 28.18; Marcos 1.22; Lucas 4.32.
      Em João 7.46, vemos que os próprios guardas que o tinham prendido maravilharam-se diante da autoridade de sua palavra:
     “Responderam eles: Jamais alguém falou como este homem” (João 7.46). 
     Um historiador da filosofia observou que Sócrates, Platão, Aristóteles e outros grandes homens do paganismo chegaram a proclamar-se diante do mundo como arautos da verdade, intérpretes da tradição, ecos da ciência; mas nenhum deles ousou exigir uma fé inabalável em suas doutrinas, nem apresentaram-se como mestres únicos, juízes infalíveis da humanidade.
      Pelo contrário, vê-se que eles foram constantemente atormentados pelo temor de cair em erro, em contradição. O próprio Aristóteles, momentos antes de morrer, declarou: "Vivi na dúvida, e morro na incerteza".
      Essa atitude jamais foi vista em Jesus, que pregava sempre com firmeza e autoridade absolutas, pois sabia que a sua Palavra é a Verdade, que Ele mesmo é a Verdade.
     Essa palavra da qual depende a vida ou a morte, a luz ou as trevas, a existência ou o nada, não pode ser simplesmente humana: É o Verbo de Deus diante do qual estremecem todos os seres por Ele criados, e curva-se o Universo inteiro!

3a. MARCA: NINGUÉM SUPEROU JESUS EM PROFUNDIDADE E CLAREZA DE MENSAGEM

     Ninguém pregou como Jesus Cristo pregou, ninguém conseguiu ser entendido pelo povo tanto quanto Ele o conseguiu. Só Deus, falando à humanidade, atingiria tal grau de clareza e profundidade em sua mensagem.
     A linguagem de Jesus é a linguagem de Deus: clara e profunda, sublime e simples, elevada e popular ao mesmo tempo. Sob o véu de simples parábolas, Jesus ensinava verdades de celestial beleza.
   Ele condensava em expressões breves e fáceis as leis da consciência humana, os princípios fundamentais da família e da sociedade, os mistérios da alma e de Deus.  
    “Jesus Cristo é o orador mais sublime e popular que existiu, é incomparável, não tem rival”, afirmou o historiador inglês David Gibier. Ele dirigiu-se a todos os homens, e todos o compreenderam.
    Examinando os quatro Evangelhos, vemos que a palavra de Jesus não é um relâmpago que brilha por um instante, e em seguida apaga-se e deixa-nos submergidos nas trevas, conforme ocorre com a palavra de filósofos e cientistas. Não.
     A palavra de ensino de Jesus é um sol admirável suspenso no firmamento do mundo, constantemente iluminando com seus raios tanto os altos e elevados cumes das montanhas, como os profundos e obscuros vales. Tanto o sábio quanto o iletrado o entendem!

4a. MARCA: NINGUÉM CONSEGUIU PREGAR COMO JESUS PREGOU PARA TODAS AS ÉPOCAS

   Jesus Cristo é Deus, e Sua mensagem continua atual, apesar de passados quase dois mil anos do tempo em que Ele pregou na Palestina.
   O homem comum, por mais capaz que seja, não pode libertar-se dos limites que o cercam, do selo do limitado e finito que está impresso em seu ser e em seus atos. Tudo o que ele diz, deseja a realiza tem sempre relação com as realizações de uma geração determinada, e todas elas são finitas.  
   O historiador Alexander Bougaud observa que também “os homens de pensamento puro, os sonhadores solitários, os poetas, os filósofos, os artistas, aqueles cuja vida dedicada ao culto do ideal vai mais longe na humanidade e passa rapidamente, são também de um determinado tempo.
     "Através das estrofes de seus poemas ouvem-se, com os clamores da humanidade, os clamores de sua época; com os suspiros da alma humana, os suspiros do povo, do século, da cidade onde essa alma rogou, chorou, sofreu e amou.”  
      Porém, isso não ocorre com Jesus. Ele não representa os ideais de um século, a tradição de uma raça, as aspirações de um país, a tendência de uma época qualquer. Não.
      A Obra e a Mensagem de Jesus Cristo estão acima de tudo isso, porque Ele é Deus! Seus ensinamentos estão acima de todas as ciências, de todas as épocas, e da cultura de todos os povos.
     O próprio historiador materialista francês Ernest Renan, em cujo livro escrito em um francês belíssimo, Vida de Jesus, tentou atacar a divindade de Cristo, reconheceu que Jesus “é a honra de todo o que leva em seu peito um coração humano”, e é “o nosso grande Mestre, o Indivíduo que fez com que a espécie humana desse o grande passo para o divino”.
        Renan reconheceu também que “a história inteira seria incompreensível sem Jesus”, e que “todos os povos civilizados datam a sua era do dia em que Ele nasceu, porque ele é para a humanidade um princípio inesgotável de renascimentos morais e espirituais”.
      É de admirar o fato de que esse homem, após ter dito tantas palavras de exaltada admiração sobre a pessoa de Jesus, fosse capaz de negar sua divindade, e tivesse morrido sem confessar a Cristo como o seu Salvador!      Mas que importa a descrença, o ódio, a impiedade, as calúnias, as negações, as perseguições contra a pessoa do nosso Salvador? Apesar de todos os seus inimigos, Jesus Cristo é Deus que nos visitou ao tornar-se carnalmente um de nós, e seu Reino cresce dia após dia, e jamais terá fim!

PR. JEFFERSON MAGNO COSTA 


6 comentários:


Pr. Vandeir Ribeiro disse...
Texto muito lindo e abençoado!
Jefferson Magno Costa disse...
Obrigado pelo seu comentário, pastor Vandeir. São pessoas como o irmão que mantêm-me motivado a continuar escrevendo e postando esses artigos e mensagens no blog Sublime Leitura. Espero que essa que o senhor leu e gostou lhe seja útil em suas múltiplas e nobres tarefas para com a Noiva do Senhor. Pr Jefferson
silvan disse...
LINDA MENSAGEM....... PARABENS PR. SILVAN
Jefferson Magno Costa disse...
Pastor Silvan, nós todos, os que amamos, servimos e seguimos a Cristo, é que estamos de parabéns, por termos um Jesus tão extraordinário.
valquiria calado disse...
Paz e graça amado do Pai, estou levando essa benção de mensagem, postarei com zelo no http://hanukkalado.blogspot.com. abraço e obrigada em nome de Jesus.(recebo a revista fiel e corro a ler-te)
Jefferson Magno Costa disse...
Obrigado pelo reconhecimento, e por estar republicando esta postagem no seu blog, irmã Valquíria.

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