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domingo, 30 de janeiro de 2022

PLATÃO TATEIA NAS TREVAS

Jefferson Magno Costa

 EM BUSCA DO CRIADOR

 De todos os filósofos pagãos que falaram sobre Deus antes da Era Cristã, Platão foi o maior. O orador e teólogo francês Bossuet chamava-o de "divino", e outros teólogos chegaram a compará-lo a Moisés. "Era Moisés escrevendo em grego", diziam, cheios de admiração diante das obras desse célebre filósofo.
Nascido em Atenas, Platão, ainda bem moço, tornou-se aluno de Sócrates, e foi sob a influência e os ensinamentos desse célebre pensador grego que ele se tornou filósofo, criando, entre outras coisas, o Idealismo — sistema das idéias, onde a mais importante de todas elas é a idéia da  existência de Deus. Para nós, apologistas (defensores) do Cristianismo, é muitissimamente importante sabermos o que a genialidade de Platão descobriu sobre o Criador do universo. Comparando a verdade à luz, e Deus ao próprio sol (séculos mais tarde, o escultor e pintor italiano Miguel Ângelo escreveria: "O sol é a sombra de Deus"), Platão declarou:
"Se tu abres os olhos, vês a luz, mas o teu olhar seguinte eleva-se para cima, para a origem de onde toda a luz é oriunda, para o sol; e quando os olhos do espírito se abrem, vê-se a verdade; mas o segundo olhar volta-se para onde nasce toda a verdade, para o sol dos espíritos, para Deus."
Platão costumava afirmar que existe na alma um ponto central, uma região onde Deus se manifesta ao ser humano "tocando-o neste ponto e suspendendo-o a Ele". A isto Platão chamava "Voz da consciência" ou "lei natural gravada no cora­ção". Ele também dizia que todos os homens deveriam esforçar-se para corrigir em si, mediante a contemplação da harmonia do Todo, "esses movimentos pessoais e desordenados que a natureza humana semeou no foco de nossa alma ao sermos gerados, a fim de que o contemplador recobre sua primeira natureza e, através dessa semelhança divina, torne-se apto a possuir finalmente a vida perfeita que Deus oferece aos homens para o tempo presente e para a eternidade".
Ora, não são perfeitamente visíveis, nas palavras desse filósofo pagão, a doutrina do pecado original e a necessidade de o homem experimentar a regeneração e voltar ao seu antigo bom relacionamento com Deus? Se o mundo no tempo de Platão estava mergulhado no pecado, e a humanidade (com exceção da Nação escolhida) procurava conviver pacificamente com a idolatria e a corrupção moral, o que teria levado o aluno de Sócrates a detectar entre os seus contemporâneos, quase 500 anos antes do nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo, a necessidade de regeneração, a não ser o Deus da justiça, da pureza e da verdade? "Filosofar é amar a Deus", reconhece o grande filósofo.
Jefferson Magno Costa

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