quarta-feira, 9 de novembro de 2011

“JESUS NUNCA EXISTIU”, AFIRMARAM ALGUNS FILÓSOFOS

Jefferson Magno Costa
     “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade” (2 Pedro 1.16).


     Desde que o nome cristão foi pronunciado pela primeira vez na cidade de Antioquia (Atos 11.26), o impacto de Jesus Cristo e sua Mensagem vem, ao longo dos séculos, atingindo e transformando a vida de bilhões de pessoas pertencentes a todas as camadas sociais, a ponto de incomodar reis, impérios e governos.
     Sim, Jesus, a maior personalidade da História, tem sido uma perturbadora realidade sobre a face da Terra. Desde que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós... cheio de graça e de verdade” (João 1.14), sua grandiosa influência tem mudado o rumo dos acontecimentos do mundo.
     Porém, paralelamente ao avanço da pregação do Evangelho sobre a face da Terra, um grupo de homens tem-se empenhado – desde a Antiguidade, e sobretudo a partir do final do século XVIII – em tentar apagar o nome de Cristo da História, afirmando que Ele nunca existiu.
     O curioso é que não são os historiadores mais renomados do mundo os autores da negação da existência histórica de Jesus, e sim um grupo de filósofos inimigos do Evangelho, homens diabolicamente envenenados pelo ateísmo e o materialismo, que munidos de estudos tendenciosos e indignos de confiança, tentam negar que o Filho de Deus se fez carne e habitou entre nós.
     Porém, ao contrário desses filósofos, nenhum historiador honesto e consciencioso nega o fato de que Jesus viveu realmente durante 33 anos entre aqueles homens e mulheres que ouviram a sua voz, o contemplaram, foram transformados por Ele e tornaram-se suas fiéis testemunhas.
     Conforme sustentam os seguidores dos dois homens que criaram a doutrina cristomítica – os alemães David Strauss, autor do livro Uma Nova Vida de Jesus, e Arthur Drews, autor do livro O Mito de Cristo – fora do Novo Testamento, não existe nenhuma referência histórica da época de Jesus Cristo ou de épocas imediatamente posteriores a Ele, que lhe faça referência e o confirme como um personagem da história.
     No rastro dessa diabólica teoria, o jornal Correio Brasiliense publicou, em 2 de agosto de 1983, um violento ataque contra a existência histórica de Jesus. Assinada por Ézio Flávio Bazzo, a matéria (traduzida), intitulada “Mito, história ou mentira: Cristo nunca existiu”, era a síntese de um livro publicado na Itália.
     Aliás, foi na Itália que surgiu o livro Cristo Nunca Existiu, cujo autor, Emilio Bossi, entre outros ataques à pessoa de Jesus, afirma: “O silêncio da História em volta de Cristo constitui, por irrespondível, uma prova contra a existência real e histórica do fundador do Cristianismo.”
     Na França, o filósofo Voltaire, apesar de ter confessado em um livro de cunho filosófico ser praticamente impossível o homem racional não acreditar na existência de Deus, afirmou sobre Jesus Cristo, no livro Deus e os Homens, que “Não se conserva nenhum documento romano em que conste que fizeram crucificar Jesus.”      Em outro trecho desse livro, Voltaire escreve: “Nenhum autor grego ou romano fala de Jesus.”
     No Brasil, essa maligna tentativa de jogar Jesus Cristo na galeria das figuras míticas, lendárias, irreais, foi imitada pelos escritores Jorge Brandes, autor do livro Jesus Cristo é um Mito (Biblioteca Contemporânea, Rio de Janeiro. S/d. 184 páginas), e Oscar Algarve, cujo livro Jesus de Nazaré e a Crítica Histórica (Editora Germinal. Rio de Janeiro. 1962. 245 páginas) foi escrito sob a influência do mesmo diabólico espírito que há séculos vem tentando fazer a humanidade acreditar que Jesus Cristo nunca existiu.
     Citamos os nomes e os livros desses detratores da pessoa de Cristo, com o propósito de conscientizar o leitor sobre a importância do material apologético sobre Jesus que estamos apresentando neste blog.
     Todo evangélico, todo aquele a quem o Espírito de Deus constituiu testemunha de Jesus Cristo sobre a face da Terra, deve estar preparado para, quando a situação exigir, saber apresentar as provas da existência histórica do nosso Salvador, atuando assim como verdadeiro defensor da autenticidade da nossa fé, conforme nos aconselhou o apóstolo Pedro, em 1 Pedro 3.15: “Santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, e estai sempre preparado para responder, com mansidão e temor, a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.
     Como a grandiosa e, ao mesmo tempo, perturbadora e real presença de Cristo no mundo tem incomodado os homens que negam a Sua existência! Porém, conforme disse o antigo apologista Eugênio Cantera:
     “Jesus Cristo tudo enche, tudo domina, é um imã que atrai a si todas as inteligências e corações humanos. Eis aí a questão transcendental da História, a que hoje, como ontem, como sempre, agita os espíritos (...) Apesar das perseguições com que tentam lhe impedir os passos, por sobre as barreiras levantadas contra a Sua marcha triunfal, tudo Ele vence e domina, Seu nome enche os séculos, e milhões de línguas O repetem, chegando a penetrar de tal modo nas entranhas da humanidade e no fundo do coração humano, que tentar arrancá-lo hoje do mundo seria abalar os próprios alicerces da civilização.”
       Essas provas da passagem histórica de Jesus sobre a face da Terra encontram-se em fontes judaicas, gregas, romanas e sírias. Aqueles que negam a existência de Jesus passarão a se posicionar de modo diferente diante do assunto se considerarem atentamente a importância e a autenticidade desses documentos. 
Jefferson Magno Costa

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