domingo, 2 de outubro de 2011

VOCÊ TEM TOTAL LIBERDADE PARA DESAFIAR DEUS... MAS TAMBÉM TEM TODO O DIREITO DE SABER QUAIS SERÃO AS CONSEQUÊNCIAS


Jefferson Magno Costa    

     Domingo, 14 de abril de 1912. Deslizando suavemente sobre as ondas do Oceano Atlântico, o Titanic – “o maior, mais luxuoso e seguro navio do mundo”, segundo a frase de um jornalista da época – navega rumo à cidade de Nova Iorque, Estados Unidos. O sol ainda não surgiu para tingir de tonalidades alaranjadas as serenas águas azuis do oceano.
    Na opinião da imprensa, engenheiros, companhias de seguro e de todas as pessoas que, quatro dias antes, foram ao porto de Southampton, Inglaterra, para vê-lo partir em sua viagem inaugural, o Titanic é insubmergível. Nada conseguirá afundá-lo. E é essa certeza que faz com que a confiança e a tranquilidade reinem nos corações das 2.206 pessoas que viajam no imenso transatlântico. Porém, no longo rastro de espuma branca que seu belo casco duplo de aço vai deixando para trás, há um desafio. Uma afronta a Deus.
    A soberba daqueles que o construíram e o orgulho dos muitos milionários que dormem agora em seus luxuosos camarotes sob a brisa suave da manhã, poderão ser resumidos neste título de reportagem, também de autoria de um jornalista da época:
     “Titanic, o navio que nem mesmo Deus poderia afundar”. Porém, quando a escuridão da noite tornar a envolver o gigantesco navio de 250 metros de comprimento, as palavras escritas em Provérbios 16.8 e em Gálatas 6.7 cumprir-se-ão com todo o peso de sua verdade, marcando para sempre a história desse navio que desliza serenamente sobre as profundas águas do Oceano Atlântico: 
     “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda”; “Não erreis; Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”
       Às 23.40, uma gigantesca montanha de gelo surge de dentro das trevas, bem no caminho do Titanic. O vigia Fleet a vê e grita, horrorizado, para a cabine de comando: “Iceberg à proa!” Imediatamente, ouvem-se várias ordens: “Parar! Parar! Recuar a todo vapor!” Porém, é tarde demais. 
     O transatlântico bate lateralmente na montanha de gelo, estremece e desvia-se para o lado. O iceberg abre um buraco de quase 90 metros no costado do navio. O Titanic está mortalmente ferido.
    Após três horas de desespero e agonia, só 703 pessoas conseguem embarcar nos botes salva-vidas e se afastar do navio, que agoniza. Às 2.20 da madrugada, “o navio que nem o próprio Deus conseguiria afundar” mergulha e desaparece nas profundas e frias águas do Oceano Atlântico, produzindo um imenso barulho de ondas e espumas, e arrastando consigo, num longo gemido, 1503 pessoas para um túmulo de 4000 metros de profundidade.
    A história do Titanic, que ilustra o que acontece quando o ser humano resolve desafiar ou afrontar a Deus, não é única. Vejamos outros exemplos que se encontram disponíveis a todos. Eu os citarei a seguir como um espécie de “avisos aos navegantes” deste perigoso mar da vida.
     Consideremos o que disse o Beatle John Lenon em 1966:
    “O cristianismo vai se acabar, vai se encolher, desaparecer. Eu não preciso discutir sobre isto. Eu estou certo. Jesus era legal, mas suas disciplinas são muito simples. Hoje, nós somos mais populares que Jesus Cristo”. 
     Dois anos depois, os Beatles se desentenderam e a banda se acabou. Ela não existe mais, e o cristianismo está a cada dia mais vivo no mundo. E Jesus é universalmente muito mais famoso do que os Beatles. Alguns anos depois John Lenon foi assassinado com cinco tiros por um de seus fãs.
      Algo muito parecido (em irreverência e trágicas consequências) disse também o político mineiro Tancredo Neves. Ao ouvir do deputado Thales Ramalho que 70 dissidentes do PDS votariam nele, Tancredo, candidato à presidência da República, respondeu: “Se eu tivesse 70 votos do PDS, não precisava da ajuda nem de Deus para ser Presidente.” (Revista Veja, 16 de janeiro de 1985, p. 35). 
     Precisava sim, senhor Tancredo Neves. Precisava sim, pois o Brasil sabe que o senhor obteve os votos, foi eleito Presidente, porém, para a frustração de milhões de brasileiros, o senhor morreu antes de assumir a presidência.
       Outro fato digno de ser citado nessa série de “avisos aos navegantes” do mar da vida aconteceu com o político Leonel Brizola. Em 1990, durante a disputadíssima campanha para a presidência da República, Brizola disse esta frase infeliz: “Para me tornar Presidente, aceito até o apoio do demônio.” Resultado: o demônio não teve poder de colocar Brizola nem em segundo lugar (posição que coube a Lula), na campanha em que Collor foi eleito Presidente.
      Outro que também tentou fazer gracinha e ridicularizar Deus diante dos seus fãs, que riam de suas piadas e aplaudiam os seus exemplos de "superioridade, inteligência e estilo de vida totalmente independente dos valores caretas da sociedade”, foi o cantor Cazuza. 
     Durante um show no Canecão, Rio de Janeiro, Cazuza deu um longo trago em um cigarro de maconha, jogou a fumaça para cima e disse: “Deus, essa é para você”. A multidão assoviou e aplaudiu sua irreverência. Mas ninguém aplaudiu quando ele morreu, de maneira deplorável e digna de compaixão e lágrimas, vítima de Aids. Ninguém aplaudiu. Muito menos Deus.
      A bela e famosíssima atriz norte-americana Marilyn Monroe, durante o intervalo de um show, recebeu a visita do pregador do Evangelho Billy Graham. Após ouvir impacientemente a pregação do homem de Deus, a atriz respondeu arrogantemente: “Pastor, não preciso do seu Jesus”. 
     Esta frase foi publicada como manchete em jornais e revistas do mundo inteiro. Uma semana depois, Marilyn Monroe foi encontrada morta ao lado de frascos de tranquilizantes. Isto mostra o quanto a menina orgulhosa e bonita precisava do Jesus belo, humilde e poderoso do Billy Graham, o nosso Jesus.
      Em 2005, em Campinas, SP, vários jovens embriagados, dirigindo perigosamente um carro, pararam diante da casa de uma jovem e a convidaram para ir com eles a um baile. A moça veio até os rapazes acompanhada da mãe. Quando a senhora viu aquele carro cheio de jovens visivelmente bêbados, segurou a mão da filha, que já estava dentro do carro, e disse-lhe: “Filha, vai com Deus, e que ele lhe proteja.” A filha, para dar uma de “inteligente e liberada” diante dos amigos, disse: “Só se ele for no porta-malas, por que aqui dentro já está lotado.” Os jovens gargalharam e saíram velosmente, com o carro cantando pneus. Algumas horas depois os familiares dos jovens foram informados de que todos haviam morrido em um acidente. O carro ficou irreconhecível.
    A polícia técnica que fez a perícia no local do acidente ficou estarrecida diante de dois fatos: o porta-malas, apesar do tremendo impacto que destruiu todo o restante do carro, não sofrera sequer um arranhão, quando era para também estar totalmente destruído! E para aumentar o assombro dos peritos que examinaram o que restou do veículo, foi encontrada dentro do porta-malas uma bandeja com 18 ovos. Todos intactos.  
    Aviso aos navegantes: Com Deus não se brinca. Não tente fazer gracinhas com o nome dele. Não tente dar uma de inteligente, ridicularizando-o diante de seus fãs ou amigos. Você pode se dar muito mal. Em Salmos 59.12 está escrito: “Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios fiquem presos na sua soberba; e pelas maldições e pelas mentiras que proferem.” Não queira aumentar o número dos exemplos que acabei de citar aqui.

JEFFERSON MAGNO COSTA

2 comentários:

  1. Sim Pastor
    Com Deus não se brinca. Felizes são os que podem estar à sombra do Onipotente tendo a mesa preparada. Há pouco postei um texto meu - Lance tua rede - no blog http://momentodeler.blogspot.com/ .
    Foi maravilhoso poder escrevê-lo.
    É bom saber que Deus está no controle de todas as coisas. Pena que muitos não pensam assim.
    Ótimo texto como sempre esclarecedor.

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  2. Sim, Inajá, Deus está no controle. Isto é indiscutível.



    Pr Jefferson

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